ONG BAE - Organização Não Governamental Brasileira de Apoio ao Emigrante - CNPJ 08. 571. 386/0001-01

Seções

Página Inicial
Utilidade Pública
Nossas atividades 
Jornal dos Emigrantes
Cadastre-se na ONG BAE
Brasileiros Desaparecidos
Encontros de Autoridades
O Grande Desafio
Álbum de Família
Comunidade em New York
Cidade de Mount Vernon
Poços de Caldas
Aniversariando
Dicas Importantes
Walther Alvarenga
Links
Vídeos
Recados do Coração
Fale Conosco (E-mail)
Livro de Visitas

O Grande Desafio

Tropas da Guarda Nacional assusta emigrantes

A presença de tropas da Guarda Nacional dos Estados Unidos no Arizona assustou inúmeros imigrantes ao longo da fronteira, reduzindo significantemente a quantidade de travessias ilegais, segundo as autoridades norte-americanas e mexicanas.

Representantes dos EUA divulgaram que o número de detenções ao longo da divisa dos EUA com o México diminuiu 21%, para 26.994, nos primeiros 10 dias de junho, comparado com 34.077, no mesmo período do ano passado. Na fronteira do Arizona, um dos locais mais movimentados, as detenções caíram 23%, segundo a Patrulha da Fronteira. As prisões caíram 31%, para 8.308 de 11.977, ao longo das fronteiras com o Texas e New Mexico.

As altas temperaturas no deserto geralmente diminui o número de imigrantes, mas não tão drasticamente, disse Mário Martinez, porta-voz do US Border Patrol em Washington – DC.

Os 55 soldados de Utah, que chegaram em 3 de junho, são os primeiros dos 6 mil que serão enviados para patrulhar a fronteira e fazem parte do plano do Presidente George W. Bush em combater a imigração ilegal nos Estados Unidos.

Os soldados não estão autorizados a deter os imigrantes e estão limitados a levantar cercas e reparar estradas, mas a presença militar está mantendo os atravessadores em potencial à distância, disseram ativistas defensores dos imigrantes.

Francisco Loureiro, que administra um abrigo em Nogales, México, do outro lado da fronteira do Arizona, disse que os imigrantes temem as tropas norte-americanas, após terem ouvido os casos de abuso ocorridos no Iraque.

Jorge Vazquez, coordenador do grupo mexicano Beta em San Luis Rio Colorado, ao lado de San Luis, Arizona, disse que antes das tropas chegarem, seus agentes encontravam diariamente no mínimo duas dúzias de imigrantes, a maioria esperando o cair da noite para cruzar o deserto arenoso.

Alguns imigrantes estão dirigindo-se à fronteira entre a Califórnia e o México, a única faixa de terra onde foi verificado o aumento de detenções, que aumentou 7%, para 5.965, nos 10 primeiros dias de junho. Mesmo assim, ainda é muito recente para verificar se a presença da Guarda National terá um impacto permanente nas rotas escolhidas pelos imigrantes ao longo das 2 mil milhas de fronteira.

Vestindo uniformes militares, os soldados têm trabalhado em projetos, como, a instalação de barreiras para veículos que visa impedir que os traficantes dirijam veículos carregados com drogas e pessoas ao longo da fronteira.

A governadora do Arizona Janet Napolitano disse que 2.500 soldados serão lotados em quatro estados fronteiriços: Arizona, Califórnia, New Mexico e Texas – até o final do mês.

O envio de tropas tem sido criticado pelo governo mexicano, que prometeu confirmar que a Guarda Nacional não estão detendo imigrantes. Somente os estrangeiros mais persistentes permaneceram em San Luis Rio Colorado, que fica localizada próxima ao ponto de entrada em Yuma, o mais movimentado dos 143 postos.

Geralmente, os imigrantes caminham 25 milhas através de um terreno arenoso com temperaturas que ultrapassam 100 graus (Farenheit) e, então, embarcam em trens para chegar ao seu destino.

 

"Manobras" para despistar oficiais de emigração

O imigrante Laureano Miranda, de 37 anos, natural de Sinaloa, México, costurou pedaços de carpete sobre seus sapatos para evitar deixar marcas no solo arenoso do deserto e disse que almejava conseguir um emprego na construção civil em Los Angeles. Miranda, que recebe 6 dólares por dia na colheita de tomates em Sinaloa, disse que ouviu falar sobre a presença da Guarda Nacional, mas que pretendia entrar nos Estados Unidos de qualquer forma.  Fonte: Brazilian Voice

 

 

 

 

 

 

 

 

Brasileiros aplaudem Grupo Corpo em Nova York

Foi um sucesso a apresentação do grupo Corpo em Nova York, que contou com 18 bailarinos no palco, com performances de tirar o fôlego da platéia. Em meio ao público a presença de poços-caldenses e mineiros de Belo Horizonte e Governador Valadares, entre outras cidades. Foi uma festa, afinal, a noite especial teve uma pincelada de brasilidade, o que deixou os bailarinos do Grupo Corpo felizes.  O coreógrafo, Rodrigo Pederneiras, explicou que foram dois balés inéditos Benguele e Breu, que superlotaram a sala do BAM ( Brooklyn Academy of Music). Momentos inesquecíveis que foram registrados pelos emigrantes que prestigiaram o evento. A companhia mineira de dança segue em breve para o Japão e Israel. O evento foi organizado por Nice Alvarenga.

Brasileiros e americanos se confraternizam com bailarinos